quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Pensar demais é limitar os sonhos?!?!

Pensar, pensar e pensar. Sonhar, sonhar e sonhar. Quando realizar?

Essas palavras às vezes nos impedem de fazermos muitas coisas. Por mais simples que possam parecer, elas nos limitam. Pensamos em fazer isso, em ir atrás daquilo. Sonhamos em fazer isso, sonhamos com aquilo.

Vivemos de forma impulsiva em determinados momentos da vida. Já em outros ficamos estáticos. Parece que o medo também nos impede de fazermos coisas que parecem simples.

Mas o fato de pensarmos e sonharmos, muitas vezes, nos levam a tomar decisões mais equilibradas, a refletir sobre o que realmente queremos.

Li outro dia num blog a seguinte frase “... preciso estar bem onde e com quem estou, só assim vale a pena...” E isto é verdade.

Passamos por experiências boas e ruins ao longo das nossas vidas. Erramos e acertamos o tempo todo. Talvez por isso seja melhor parar e pensar antes de sairmos por aí e fazer o que dá na cabeça.

Nem sempre ficar quieto é sinônimo de que a vida está parada. O mundo continua a girar. E tudo aquilo que almejamos uma hora ou outra irá acontecer. Afinal de contas lutamos por isso.

É difícil chegar a um consenso. Existem pessoas que preferem viver o momento de forma intensa, outras, acham mais prudente esperar que as coisas aconteçam de forma natural.

Talvez sejam estas as questões mais complicadas de se responder. Pensar demais ou agir mais? Correr atrás ou esperar? Sonhar ou realizar?

O correto é que no mundo de hoje há espaço para todos. Do mais acelerado ao mais centrado. Achar o “equilíbrio” nessas horas não é tarefa fácil. Aquela pessoa que sabe dosar os seus dias entre loucuras e sonhos é um caso raro.

Até porque, ninguém sabe exatamente a hora e o local em que as oportunidades irão aparecer. Podemos ficar parados e a felicidade bater à nossa porta, ou sairmos desesperadamente atrás dela e quebrarmos a cara.

Não pensem mais do que o necessário. Não sonhem menos do que o coração necessita e realizem tudo aquilo que desejarem.

Afinal de contas, a vida é para ser vivida.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Farra Olímpica

A cidade do Rio de Janeiro foi escolhida na última semana como a sede das Olimpíadas de 2016.

O curioso é que a escolha não foi baseada em competência, mas em exclusão.

Tóquio não poderia ser eleita, uma vez que, Pequim, também no continente asiático foi a sede dos últimos jogos.

Madrid, nem pensar. A cidade de Londres, na Inglaterra, que sediará a competição em 2014 fica na Europa.

Chicago, nos Estados Unidos, além de não ter tido o apoio da população, já possui 80% das instalações prontas.

Portanto, não serve para os interesses financeiros do Comitê Olímpico Internacional.

Quem sobrou nessa história? O Rio de Janeiro. Que receberá investimentos de mais de 50 bilhões de dólares.

Neste caso, políticos, empreiteiras, construtoras e o COI, poderão usar e abusar dos cofres públicos.

E o Rio? Bem, o Rio de Janeiro, como diria Gilberto Gil, “continua lindo...” com suas favelas e suas balas perdidas.

E, para terminar, o Brasil vai inaugurar uma nova modalidade olímpica: Saltos orçamentais!!!

domingo, 4 de outubro de 2009

Mudança de rumo!!!

O Mundo em palavras está de volta. Infelizmente para alguns, o conteúdo deste texto pode não agradar, mas, não posso mudar tal realidade.

A vida dá voltas e, cada uma delas traz mudanças que vão além da nossa vontade, principalmente, no que diz respeito às questões profissionais.

Até o início do ano, a pegada era outra. Nos dois primeiros então, nem se fala. O meu comprometimento era completamente diferente. Hoje, ainda freqüento as aulas para não perder o dinheiro, o tempo e o sono investido. Além é claro, dos amigos, que sempre me convencem a concluir o curso.

Estou longe de ser o aluno que fui. As cobranças das pessoas mais próximas já não fazem tanta diferença. Prefiro me abster das responsabilidades justamente para não deixar o grupo na mão.

O diploma, assim espero, me servirá para alguma coisa no futuro. Não acredito que seja para trabalhar como jornalista. Enfim, ele estará lá, pendurado na minha sala, quarto ou escritório.

Não vislumbro, como muitos, que amanhã ou depois serei reconhecido por ter escrito um artigo, um livro ou mesmo com um TCC bem elaborado. Essa realidade em minha vida, me fez repensar quais serão os próximos passos.

Hoje trabalho com administração, tenho 36 anos e, uma carreira que se mostra cada vez mais promissora. Fora do jornalismo.

Até porque, não conseguiria fazer o que realmente desejo. Se em um simples jornal para a faculdade, já não podemos elaborar as pautas que tanto queremos, imagine em um grande veículo de comunicação. Impossível.

Então, quando olho para a sala de aula, admiro muito o empenho dos meus colegas, principalmente dos mais jovens. Brilhos nos olhos, gana de vencer.

O brilho nos meus olhos e a gana de vencer estão voltados para outra coisa, distante alguns quilômetros do jornalismo.

Mas, como dito anteriormente, a vida dá voltas. Quem sabe em alguma delas eu repense o caminho e me empolgue novamente com a profissão.

Por enquanto estou em busca apenas de um simples diploma.